sábado, 9 de março de 2013

O Olho entrevistou membros do Governo e de Plataformas distritais


As Organizações da Sociedade Civil e as Plataformas Distritais
Cada vez mais é comum ouvir-se falar na Sociedade Civil de Plataformas Distritais! Mas afinal o que são estas Plataformas e qual a importância das mesmas?
Em termos legais, a Plataforma Distrital pode ser enquadrada como Fórum local, definido pelo Diploma Ministerial n 67/2009 “como instituição da sociedade civil que tem como objectivo organizar os representantes das comunidades e dos grupos de interesse locais para permitir que eles definam as suas prioridades.” São mecanismos dinâmicos e flexíveis, partilha de conhecimento, capacidades, recursos, ocorrendo entre associações. Para concluir, são um conjunto de organizações da sociedade civil que se juntam para trabalhar em conjunto.
Neste seguimento, como forma de perceber melhor este conceito de Plataforma e a sua real importância, o Olho do Cidadão entrevistou numa Conferência realizada pelo MASC – Mecanismo de Apoio a Sociedade Civil sobre Troca de Experiencias das Plataformas
1)      PLASOC – Plataforma de Chimoio:
a)      Qual é a ligação dos cidadãos e a Plataforma? Conseguem representar realmente os interesses dos cidadãos?
Os cidadãos estão intrinsecamente ligados a Plataforma e seus interesses plenamente representados, tendo em conta que membros das comunidades estão representados por Comités. Estes Comités reportam as preocupações dos cidadãos, problemas enfrentados, desafios as Plataformas. A Agenda da Plataforma é elaborada consoante as preocupações do Povo.

b)      Qual é a ligação/relação dos governos locais e as Plataformas?
Tendo em conta que esta abordagem das Plataformas é algo novo, muitas vezes os governos locais não vem com bons olhos estas movimentações, assustando-se ou então encarando os membros destas Plataformas como membros da oposição. No entanto, tende-se a evoluir na relação com os membros do governo local, porque os mesmos percebem que o trabalhão que realizamos e em prol da comunidade e que desta forma podemos trabalhar em conjunto para encontrarmos soluções aos problemas dos cidadãos. Nós como membros da Plataforma aprendemos que trabalhamos com o governo e não contra o governo.

c)      Sustentabilidade das Plataformas: Estas Plataformas continuam a funcionar caso não sejam financiadas pelos Doadores?
As Associações perceberam que juntas, conseguem agir em uníssono, ou seja em uma só voz e desta forma a credibilidade é maior.
É importante frisar que nós agimos em prol das nossas comunidades, beneficiando-nos através do trabalho que realizamos. Desta forma, enquanto existirem problemas, desafios, cidadãos que precisem da nossa ajuda, a plataforma estará activa, com ou sem financiamento, uma vez que nós trabalhamos para o cidadão.

2)      Governo provincial de Manica
a)      Qual é a sua visão relativamente a esta emergência de Plataformas no pais?
- A emergência das Plataformas vem despertar as comunidades que ainda precisam de um impulso.
    b) As Plataformas estão a representar os cidadãos ou os Doadores?
         - Infelizmente surgem muitos oportunistas face a emergência destas dinâmicas sociais.
         - Acredito que depende de cada organização
c) O Governo tem aberto as portas a estas Plataformas?
       - Com a descentralização, desconcentração, a abertura e maior, o atendimento é imediato a estas Plataformas
d) Qual e a sua opinião relativamente a sustentabilidade das Plataformas?
   - Acredito que é importante haver fundos para o desenvolvimento e implementação de actividades.



quinta-feira, 7 de março de 2013

Será que os moçambicanos não têm o direito de serem transportados pelos transportes públicos/semi-colectivos de forma condigna? Somos seres humanos ou animais a serem transportados?



 O Olho do cidadão todos os dias se depara com a triste visão de observar a forma desumana como são transportados os cidadãos moçambicanos nos chapas, e principalmente nas carrinhas abertas. Estes cidadãos que heroicamente arriscam as suas vidas num transporte pouco seguro, para poderem se deslocar diariamente aos seus postos de trabalho para poderem viver condignamente. Esta crise dos transportes há muito que se verifica e há muito que se pede soluções viáveis para a resolução destes problemas.
É indigno que se continuo a pactuar com realidades como esta, onde nada se faz para arranjar soluções viáveis para proteger a vida deste cidadãos.
O Olho do Cidadão achou pertinente complementar o artigo com consultas feitas a um bom artigo do Diário de Noticias e um documento produzido pela Nathan Associates Inc. para revisão da Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional – USAID. Com isto pretende trazer à esfera publica uma vez mais um problema gravíssimo da nossa sociedade e abrir os olhos dos cidadãos em relaçã a este problema, para que não se arrastem medidas e soluções para este grande desafio que todos os dias nós mocambicanos enfrentamos. O que o Olho sente é que a nossa sociedade já se conformou com este problema, e pouco espera a nível de soluções. Não nos resignemos!
Abre o Olho!!
Fonte - Diário de Moçambique:
“Diariamente, na cidade de Maputo e Matola, cerca de 900 mil pessoas procuram transportes nestas duas cidades e 70 a 80% deste número viaja nos semi-colectivos de passageiros e os restantes são cobertos pelos autocarros dos Transportes Públicos de Maputo, os TPM.
Em 2004, circulavam por dia, em 11 linhas, 4200 carrinhas dos vulgo “chapa cem”, havendo inclusive uma concorrência saudável entre os transportadores, culminando em situações de alguns fazerem promoções de tarifas, baixando os preços de 7,50 para 5 meticais. Hoje, a Associação dos Transportes Rodoviários de Maputo (ATROMAP) fala de uma existência de 600 carros, menos 3.570 unidades, sendo insignificante face à procura.
Esta crise de transportes resulta em grande medida, de uma decisão mal tomada pela Assembleia Municipal de Maputo, que entendeu por bem proibir, há uns tempos, o licenciamento de Mini-Bus de 15 lugares, alegando que não eram cómodos. De seguida, assistiu-se a um autêntico pandemónio, em que os transportadores semi-colectivos de passageiros, cujas licenças eram renovadas semestralmente, ao preço de 1.300 meticais, foram empurrados, pelo próprio município, para a ilegalidade.
Perante esta situação, o Conselho Municipal de Maputo, com o apoio do Governo central, é chamado a definir uma estratégia dos transportes tendente a resolver o problema do transporte na capital, em coordenação com o município da Matola.
A solução passa pelo maior investimento na aquisição de autocarros por parte do Governo e, por outro lado, pela criação de facilidades para o sector privado reforçar a sua frota.
É preocupante que as pessoas sejam transportadas, em pleno século 21, dentro de cidades, em carrinhas de caixa aberta, como se de gado se tratasse e em condições que colocam a sua vida permanentemente em risco.
O que os moçambicanos querem do Governos é que o mesmo providencie medidas a curto prazo para que o seu sofrimento acabe!
No entanto, é preciso reconhecer que não basta, simplesmente, pensar no aumento da frota dos TPM. É preciso desenhar vias alternativas para o escoamento do tráfego e permitir que um autocarro faça mais viagens e transporte mais gente.
O investimento em novos autocarros tem que ser acompanhado, por isso, de iniciativas que visem a abertura de novas estradas para descongestionar das principais vias da capital. Caso isso não aconteça, mesmo que tenhamos muitos autocarros, nada será resolvido. A produtividade, por machimbombo, continuará baixa e a crise permanecerá!”
Para alguns analistas de transporte e tráfego urbano, os problemas de mobilidade enfrentados pelas populações começaram na concepção da rede viária, com apenas uma ou duas vias de ligação entre estas cidades e os distritos que hoje formam grandes aglomerados populacionais e, curiosamente, são as mesmas vias que dão acesso ao tráfego oriundo de outras províncias. No seguimento desta análise, constata-se também, a construção de ruas e a implantação de novos bairros sem nenhuma articulação em termos de plano urbano que permitisse a comunicação desses mesmos bairros, entre si, sem utilizar as vias que viessem dar as áreas centrais das cidades.
Por: pela Nathan Associates Inc. para revisão da Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional - USAID

Para concluir, “ Os serviços de transportes públicos em Maputo são ineficazes, inadequados, não são fiáveis e a relação custo / eficiência é fraca. A maior parte das viaturas usadas é inadequada para o fim a quese destina, encontra-se em mau estado de conservação e a sua condução é má. O serviço foi descrito como sendo “um serviço pobre para pessoas pobres.” É insustentável na medida em que se não forem tomadas medidas drásticas em breve, a capacidade do sistema irá baixar, a qualidade do serviço prestado irá deteriorar-se e os custos aos utentes irão aumentar.
O sector privado, que possui, de longe, a maior parte do mercado dos serviços de transportes
públicos, encontra-se fragmentado e desorganizado e só consegue funcionar desobedecendo aos
regulamentos. Os serviços prestados pelo operador de autocarros do sector público não são
prestados numa base frequente, não são fiáveis e acarretam prejuízos significativos que são
assumidos pelo governo.

As tarifas cobradas pelos operadores do sector privado são mais elevadas do que as praticadas
pelo operador do sector público e são consideradas excessivas por alguns utentes. Um aumento de tarifas recentemente aprovado teve que ser rescindido e os operadores não conseguem arrecadar receitas suficientes para fazerem face aos custos.

A política dos transportes públicos do governo não é clara, é aplicada de forma inconsistente e o
grau de aplicação dos regulamentos é reduzido. A política dos transportes deve ser clarificada, os
seus objectivos—acessibilidade, segurança, cobertura, fiabilidade, conveniência, conforto,
considerações de natureza ambiental, congestão do tráfego e sustentabilidade—tornados mais
específicos e os regulamentos alterados de modo a que reflictam esta política.

Várias instituições estão envolvidas na prestação de serviços mas as responsabilidades são
incompatíveis e sobrepõem-se, facto que gera confusão. Devem ser criadas autoridades dos
transportes para se responsabilizarem por todos os aspectos da prestação de serviços dos
transportes públicos e para providenciarem sistemas integrados e coordenados de transportes públicos.

A natureza fragmentada do sector privado constitui a principal causa da ineficácia e os pequenos
operadores devem ser progressivamente consolidados. Eventualmente, quatro a seis grandes
operadores do sector privado devem prestar todos os serviços de autocarros em Maputo.

Tal como acontece nos outros países, o funcionamento dos serviços dos transportes do sector
público em Moçambique não é lucrativo; isto aplica-se a todos os sectores, não apenas ao dos
transportes rodoviários. As empresas de autocarros do sector público devem, portanto, ser
privatizadas como actividade em funcionamento ou através da venda do seu património a preço
do mercado.

A actual forma de concorrência no mercado possui consequências indesejáveis, mas os benefícios da concorrência ainda podem ser usufruídos através de concessões de rotas. Com efeito, esta já constitui uma política do governo embora, ainda não tenha sido atribuída nenhuma
concessão. Esta política deve ser implementada em todas as zonas urbanas e recomenda-se que o
conceito seja testado e demonstrado com a maior brevidade possível através de um projecto
piloto. Contudo, antes de se atribuírem quaisquer concessões, é importante que todos os detalhes
sejam cuidadosamente analisados.

O tipo de viaturas usadas para a maior parte dos serviços não é eficiente nem adequado para o
grande volume de tráfego que elas devem transportar nas zonas urbanas. Devem ser utilizados
autocarros de maior dimensão, particularmente nas principais rotas e as pequenas viaturas
retiradas gradualmente. Este processo já foi iniciado, mas deve ser acelerado.

 rede viária de autocarros desenvolveu-se aos poucos ao longo de muitos anos e deve ser
reorganizado para que possa satisfazer as necessidades actuais. Deve ser feita uma revisão da rede com urgência antes de as concessões serem atribuídas. A rede deve basear-se em grande medida no princípio de via principal – via secundária, em que os grandes autocarros circulam nas rotas principais e as viaturas de menor dimensão nas vias secundárias.

A infra-estrutura dos transportes—o sistema rodoviário, os terminais dos autocarros, as paragens,
as oficinas e as garagens—é inadequada e encontra-se em mau estado. Estão a ser construídos
terminais em Maputo, mas estas devem estar devidamente localizadas, com um layout adequado e com capacidade suficiente. A gestão do tráfego e o controlo do estacionamento são de má
qualidade e embora a congestão do tráfego não constitua ainda um problema grave em Maputo,
devem ser tomadas medidas agora para evitar que o mesmo se transforme num problema grave.”


A visão dos transportes públicos em todas as cidades de Moçambique deve ser de uma rede viária bem planeadas com níveis de serviço adequados para satisfazer a procura, viaturas adequadas em todas as rotas, um operador por rota e uma operação bem organizada e eficiente que seja lucrativa, a uma tarifa acessível. Esta visão pode ser materializada, mas apenas se os sectores público e privado tiverem a vontade e a determinação para fazê-la funcionar: a tarefa não será fácil.

Abre o olho!!!

Olho do Cidadão deu aula na Universidade Eduardo Mondlane – Faculdade de Sociologia


O Olho do Cidadão teve a oportunidade de estar no Campus Universitário da Universidade Eduardo Mondlane, mais concretamente na Faculdade de Sociologia para dar uma aula sobre a iniciativa do Olho do Cidadão/ Blog, abordando a problemática da fraca participação política, exercício da cidadania existente no nosso pais. Esta iniciativa pretende incentivar os cidadãos a enviarem fotografias , filmagens, de problemas, dificuldades, situações do dia-a-dia que achemos que podem ser melhoradas.

Vamos exercer a nossa cidadania! Cumpre com o teu dever de melhorar a tua realidade, o teu bairro, a tua comunidade, a tua sociedade!

Envia um email para o olhodocidadao@gmail.com e reporta os teus problemas, situações menos correctas, desafios que tenhas que enfrentar no teu dia-a-dia: no chapa, na escola, no posto de saúde, na justiça, enviando um fotografias, uma filmagem, uma gravação.

Começa  agora a exercer a tua cidadania, participando activamente na tua comunidade!

Abre o Olho!!!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Munícipe pernoita no meio da lixeira!!



Palavras para quê…! As fotografias já falam por si!
Na capital moçambicana, cenários como este são cada vez mais frequentes aos olhos dos moçambicanos! Uma vez mais, o lixo como cenário de fundo e um cidadão sentado no meio do lixo após pernoitar no meio da lixeira! O que fazer? Como agir? Como ajudar? Como não deixar passar despercebido uma situação como esta? Como ser cidadão?

terça-feira, 5 de março de 2013

Histórias de vida: Como (sobre) vivem alguns moçambicanos!



O Olho do Cidadão vai começar a reportar histórias de vida de cidadãos moçambicanos que, embora se deparem com enormes dificuldades e adversidades, não desistem, não baixam os braços, vão á luta e tentam sobreviver numa cidade/país onde o nível de vida tende a subir de forma desproporcional (os salários mantêm-se, principalmente o mínimo, cerca de cento e poucos dólares, e o preço dos transportes e alimentos básicos tendem a subir). A questão que se coloca é: Como sobrevivem então estes verdadeiros moçambicanos, aqueles que se deparam diariamente com a pobreza, que vivem nela? Os que ganham o ordenado mínimo, tem de apanhar o chapa todos os dias para o seu trabalho e sustentam os seus filhos. Como conseguem?   
Estes moçambicanos, podiam facilmente optar pela via mais fácil, mas não, lutam com todas as suas forças e são um verdadeiro exemplo de vida!
Zacarias nasceu no Chibuto, Gaza, e tem 22 anos.
O Olho do cidadão conversou com o Zacarias para perceber o que faz ele para sobreviver. Infelizmente o Zacarias não teve a oportunidade de continuar os seus estudos, tendo terminado a 8° classe.
Zacarias carrega o seu pesado Txova pela cidade gritando as seguintes palavras: “ Compro ferro! Compro ferro!”. Compra 1kg de ferro a 4 meticais e diz que consegue fazer por dia, após vender o mesmo ferro a uma senhora, cerca de 150 meticais, dependendo do dia! Há uns dias melhores que outros, podendo haver alguns em que só faz 50 meticais. A oscilação de rendimento é um risco que tem de correr para poder sobreviver!
Força Zacarias! Parabéns, és um exemplo de vida!!!




segunda-feira, 4 de março de 2013

O Acesso à Informação devia de estar ao alcance de todos os moçambicanos!@ Verdade, um verdadeiro caso de sucesso em Moçambique!






Palavras para que? As fotografias falam por si…!
O Olho teve o privilégio de presenciar a distribuição do jornal que é feita em bairros como Chipamanine, Mafalala, Aeroporto, Machaquene, Polana Caniço, Mavalane, Hulene Expresso, Chamanculo, Bairro do Jardim, Liberdade, Infulene, Machava, 25 de Junho, Benfica, Zimpeto, Magoanine, etc.
É incrível ver o entusiasmo com que as pessoas, desde crianças a idosos que sofregamente correm para txopela que distribui os jornais, para depois devorar as noticias nele expostas!
Parabéns à equipa da Verdade! Uma vez mais, um caso de sucesso na nossa sociedade moçambicana!
Abram o Olho!!!

sexta-feira, 1 de março de 2013

Desafio do Olho do Cidadão da Semana passada: A escolinha localiza-se no bairro do Maxaquene B!



Na semana passada O Olho do Cidadão propôs um desafio aos seus leitores após expor um conjunto de fotografias de crianças festejando o Carnaval na escolinha. O Olho também colocou um conjunto diverso de opções para que escolhessem em que bairro se encontrava a escolinha, desde a Sommerchild, Matola, Bairro Triunfo e Maxaquene B.
Resposta: A escolinha localiza-se no bairro do Maxaquene B!
Com este desafio o Olho do Cidadão pretende demonstrar aos cidadãos que uma vez mais, os bairros periféricos da cidade de Maputo são também um exemplo a seguir, um caso de sucesso. Uma vez mais, o Olho prima por realçar grandes casos de sucesso situados em bairros que muitas vezes são conhecidos por serem problemáticos.
Neste contexto, o Olho teve a oportunidade de verificar o bom trabalho realizado pela Associação Moçambicana para o Desenvolvimento Concertado, mais concretamente a AMDEC.
A AMDEC vem desenvolvendo as suas actividades com destaque a nível dos Bairros periféricos da cidade de Maputo, viradas para as populações vulneráveis actuando no seio das Organizações Comunitárias de Base (OCB’s), com apoio dos parceiros de cooperação, dando o seu contributo nas áreas pré estabelecidas (educação, saúde, agua e saneamento, governação e sociedade civil, agricultura e segurança publica).
A AMDEC tem por objectivos:

Contribuir para redução da pobreza no pais, melhorando as condições de vida das famílias vulneráveis, incidindo sobre as seguintes áreas temáticas:

a)      Educação: acções de promoção ao acesso e melhoria da qualidade de ensino básico; acções no pré-escolar e reforço escolar; acções de alfabetização; melhoramento das infra-estruturas escolares, entre outros.

b)      Saúde: actividades de prevenção e promoção da saúde (doenças infecto contagiosas, etc.)

c)      Água e saneamento: promoção do acesso a água potável; melhoria das condições de saneamento; promoção de bons hábitos de saúde e higiene colectiva e individual; construção/reabilitação de infra-estruturas de saneamento;

d)     Governação e sociedade civil: promoção de boa governação, dialogo, concertação, parceria entre actores públicos e locais; reforço da capacidade de intervenção e de participação das organizações comunitárias de base; prevenção e resolução de conflitos; sensibilização e prevenção contra as minas e outros engenhos explosivos e desminagem;

e)      Agricultura: promoção da agricultura familiar; educação nutricional e segurança alimentar.

Segurança Pública: promoção de acções tendentes a prevenir a criminalidade no seio da comunidade.
Assim, e tendo em conta os objectivos desta Associação, a AMDEC fornece acções de fortalecimento do pré-escolar, através da realização de varias actividades como por exemplo eventos como o Carnaval, Graduação dos alunos, celebração do dia 1 de Junho, dia da criança entre outros.
Para finalizar, devemos saber criticar realidades que estejam erradas, que precisem de ser melhoradas, mas também devemos ressalvar e dar os parabéns a estes casos de sucesso, que uma vez mais demonstram a vontade de cidadãos, de boas organizações, de comunidades que fazem um excelente trabalho em prol do desenvolvimento.
Parabéns AMDEC! Parabéns Escolinha da Maxaquene! Parabéns as professoras! Parabéns aos cidadãos engajados neste tipo de iniciativas!